Patrimônio consolidado
O cenário já é estável. Não há mais grandes mudanças previstas. Momento ideal para planejar com calma.
Organização sucessória é a construção, ainda em vida, da transmissão patrimonial que ocorrerá depois. Quando bem-feita, reduz impostos, evita conflitos entre herdeiros, respeita a vontade do titular e garante continuidade.
Sucessão é um daqueles temas que quase todo mundo adia. Mas há sinais em que o custo de adiar fica maior que o de enfrentar.
O cenário já é estável. Não há mais grandes mudanças previstas. Momento ideal para planejar com calma.
Heranças de pais, avós ou tios viraram processo, brigas ou distanciamento. Sinal de que o padrão precisa ser quebrado.
Complexidades sucessórias relevantes: filhos de primeiro casamento, meação do cônjuge atual, regimes conflitantes.
Estados têm sinalizado aumento de alíquotas e redução de benefícios. Planejar antes captura a regra mais favorável.
Menores, pessoas com deficiência, herdeiros vulneráveis. Exigem estrutura específica.
ITCMD varia por estado, e inventário em múltiplas comarcas é pesadelo logístico. Planejamento resolve.
Cada ferramenta resolve uma camada. Boa arquitetura combina múltiplas — não existe solução única que cubra todos os objetivos.
Transmite a nua-propriedade aos herdeiros, mantém gestão e rendimentos com o titular. Clássico do planejamento.
Incomunicabilidade, impenhorabilidade, inalienabilidade, reversão — protegem de divórcios e dívidas.
Central quando há parte disponível a destinar fora da legítima. Crítico em cenários complexos.
Estrutura que permite doar quotas em vez de bens, com benefícios tributários e sucessórios.
Alíquotas 4% a 8%, bases variam por estado. Planejamento considera geografia tributária.
Instrumento de liquidez para herdeiros cobrirem ITCMD e custos do inventário.
VGBL e PGBL têm regime sucessório próprio — não entram em inventário.
Sucessão do patrimônio e sucessão da gestão são problemas diferentes, em camadas coordenadas.
Sucessão não é tema para depois. Planejada em vida e em paz, vira continuidade. Adiada até o evento, vira processo e conflito.
Planejamento sucessório feito em vida, sem pressa, com diagnóstico prévio, é qualitativamente superior a qualquer decisão sob pressão de evento.